domingo, 31 de janeiro de 2016

Tudo começa na infância

                                 
Sidnei Loureiro reflete sobre o futebol e a vida. Uma harmonia ou desencontro que faz parte de nosso cotidiano. Vencer ou perder faz parte da vida desportiva, mas o mais importante é a perseverança.

Como diria Albert Einstein, "O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário."

Desejamos todo sucesso nessa nova etapa, porque muito trabalho já sabemos que está garantido.

FUTEBOL É PARA HOMEM

Tudo começa na infância, quando ganhamos ou escolhemos a nossa primeira camisa de futebol.

Quando começamos a nos tornar gente uma das primeiras escolhas da nossa vida é o nosso clube de coração.

Sofremos influencia dos pais, avos, primos, tios e colegas de escola. E no final tomamos a nossa primeira decisão na vida. Escolhemos o clube para ser o nosso.

Crescemos e carregamos essa decisão para o resto da vida.

Uns ficam fies ao clube escolhido e outros mudam. E tem outros que decidem trabalhar no tal mundo do futebol.

Estando na arquibancada ou fazendo parte do processo de um clube, uma coisa permanece a mesma, o amor pelo futebol.

Amamos esse esporte inventado a muitos e muitos anos pq nos oferece um turbilhão de sentimentos.

Eu carrego comigo a ideia de que a vida é nada mais nada menos que o acumulo e entendimento de todas os nossos sentimentos ao longo dos anos.

É através da vivencia desses sentimentos e do entendimento deles que nos tornamos o que somos.

E os sentimentos que vivemos no futebol e principalmente o entendimento que temos desses sentimentos nos formam como torcedores ou trabalhadores do mundo do futebol.

Estou dento do mundo do futebol como trabalhador a 22 anos e como torcedor a 42 anos.

E ao longo desse tempo deixei de ser criança e fui me tornando um homem dentro e fora do futebol.

Após todos esses anos posso dizer a vocês que amam o futebol que na verdade tanto o futebol como a vida seria melhor se tivesse sido feita somente para as crianças. Viver e torcer como criança é o melhor que existe na vida.

Ficar velho e se tornar um adulto é uma merda.....

Hoje estarei de volta a um estádio de futebol como trabalhador depois de 1 ano e meio.

Estou feliz, pois volto a fazer o que mais amo e o que me preparei a vida toda.

Mas se pudesse escolher queria voltar a entrar em um estádio de futebol sentado nos ombros do meu velho e saudoso pai. Onde via meus ídolos de longe e acreditava que eles eram os meus super-heróis de verdade, de carne e osso.

Que saudades.....

Mas voltar no passado não podemos, então vamos em frente e encarar esse tal de FUTEBOL É PARA HOMEM.

Depois que deixarmos a infância para trás não somente o futebol passa a ser para homem, mas a vida passa a ser vivida PARA HOMENS.

E foi como homem de cabeça erguida que passei esse tempo todo longe do que mais amo de fazer.

Fui homem na essência da palavra. Sofri injurias, fui julgado sem defesa, fui apontado como o errado, meu telefone parou de tocar e muitos me viraram as costas.

Mas tive ao meu lado quem realmente eu precisava naquele momento, quem me ama.

E por isso não posso deixar de agradecer a minha esposa amada Cristiane a ao meu filho que hoje me da sentido em seguir vivendo e lutando o Lucca.

Outras pessoas também foram importantes nesse momento difícil que passei, mas não vou nomear uma a um para não cometer a injustiça de esquecer alguém. Os que estiveram ao meu lado esse tempo todo sabem quem são e os que me viraram as costas também.

E as pessoas podem se perguntar pq escolhi esse meio de comunicação para publicar esse texto.

Simples, pois foi com essas pessoas que fazem parte desse Blog que voltei a ter prazer de falar de futebol. Voltei a gostar de contar as historias que vivi, a brincar com o que de ruim aconteceu e principalmente a ver nos olhos de cada um que realmente acreditaram em tudo que sempre falei. Isso tudo me fez me sentir leve de novo.

Depois de mais de 15 anos pude voltar a rir do futebol, a ver a visão de quem não trabalha no meio e pude de novo voltar a me sentir somente um amante do futebol e não um participante do meio.

Por isso venho aqui a agradecer a todos vcs que sem saber e sem ter a menor ideia disso, transformaram em tão pouco tempo de convívio o coração de um trabalhador do futebol.

Voltei a ser um torcedor.... Que saudade tinha disso.

Muito obrigado a todos.   

SIDNEI LOUREIRO

O retrato do primeiro dia do Carioca 2016

                          
Com os campeonatos estaduais em franco declínio de nível técnico, público e renda, sendo ameaçados pela regionalização, a realidade presente no Carioca é vexatória.

Para começar com o número excessivo de participantes (16 times) para um campeonato em que somente 4 times são considerados grandes (com 3 na primeira divisão do Brasileiro e 1 na segunda).

A curiosidade aumenta por conta da administração. Na sexta, véspera do jogo do Flamengo e Boavista em Edson Passos, o estádio foi interditado sob alegação que havia risco para o público (curioso é que esse mesmo estádio levou avaliação de 3 bolinhas de um total de 5 -assim como outros do Estado- no critério do Ministério dos Esportes). Mais interessante ainda é que sem nenhum fato novo o estádio foi liberado para o jogo no sábado.

Acresce-se à essa situação amadora o fato de que o time do Tigres jogou contra a Portuguesa/RJ somente com 12 jogadores inscritos. Sendo certo que 2 desses jogadores estavam em situação irregular. Resultado é que o Tigres entrou em campo sabendo que seria punido.

Em campo a primeira decepção foi o Flamengo que empatou com o Boavista, mas ainda com toda confusão se haveria jogo ou não, teve o maior público (7.318 torcedores, com 6.218 pagantes) -o que também não determina qualquer avaliação positiva-.

Aumentando à série de curiosidades que só acontecem no Carioca é o fato de que o campeão do ano passado (Vasco) será o mandante em todos os clássicos. Nunca vi um campeonato com uma fórmula dessa, que para piorar foi decidida após o término do campeonato passado, gerando total comprovação da sua manipulação, já que o Vasco do Eurico é o principal aliado da Federação (parece que os mais de 10 pênaltis do ano passado se repetirão...) -quero ver essa fórmula se repetir se o Vasco ou o Botafogo (aliados da FERJ) não forem campeões-

Depois desses fatos, e tenho certeza de que outros acontecerão, alguém em sã consciência tem como defender a FERJ e esse campeonato? Ao meu ver só se mudar muita coisa.

O último detalhe fica por conta do decantado desprestígio, comprovado pelo público presente e pagante. Jogo do Botafogo e Bangu, Público pagante: 1.647, Público presente: 2.049; Friburguense e Macaé, Público pagante: 789, Público presente: 889;  Portuguesa e Tigres, Público pagante: 611, Público presente: 811; Cabofriense e América, Público pagante: 370, Público presente: 520.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

O pior cego é aquele que não quer ver


                           

Depois de vários debates com a CBF, brigas com a FERJ, ontem foi realizada a primeira rodada da Primeira Liga, que organiza a Copa Sul, Minas e Rio.

A sua organização e implementação tem gerado muitos debates, e alguns torcedores insanos ainda teimam em aprová-la ou reprová-la de acordo com a posição política do seu clube. Triste clubismo que já afundou a última organização conjunta dos mesmos (Clube dos 13), propagando o famoso dito popular "farinha pouca meu pirão primeiro".

São muitas as questões que a Primeira Liga pode tentar mudar, mas me aterei em analisar o enfrentamento ao coronelismo da FERJ. As Federações somente deveriam existir para organizarem os campeonatos, atuando como representantes dos clubes participantes, os quais, por sua vez, só existem por causa de seus torcedores. Porém, no Rio ela é um fim em si mesma.

Salta aos olhos uma taxa de 10% cobrada das rendas dos jogos de seus filiados, quando a prática dos outros Estados é bem menor. Outro fator que causa espanto é a quantidade de clubes e instituições votantes, onde os 4 grandes (responsáveis pelo sucesso financeiro da FERJ) não possuem qualquer poder de decisão na matéria em pauta, já que são minoria. O resultado é que a FERJ tem mais lucros que os clubes, e mesmo assim ainda possui débitos tributários com a União, o que não dá para entender. Além disso protagoniza um dos campeonatos estaduais mais inchados do país, com clubes que nem possuem condições de sobreviver.

Para quem conhece os bastidores sabe que a Federação do Rio tem grande intervenção política, com vários de seus dirigentes se envolvendo na política partidária e fazendo aliados com benesses às ligas do interior.  Acresce-se o fato de que um tanto de outros clubes acabaram sendo vendidos para empresários, que assim lucram com a divisão de renda, direito de TV e outras realizadas ao interesse da Federação, com acusações de benefício indireto aos seus dirigentes.

Portanto, a retomada do comando do futebol brasileiro deveria passar por um novo pacto, mais transparente, participativo e democrático. Nesse novo paradigma o torcedor deveria ser o protagonista, como a principal legislação desportiva do país já defende, Estatuto do Torcedor (o próprio nome já indica o ator relevante). No fim e ao cabo o futebol é dele, onde os clubes, federações e CBF, não existiria m sem sua presença. E se alguém invocar qualquer melhoria para o Campeonato Carioca, deveria consultar os próprios torcedores do Estado, sob pena da evidente utilização de argumentos para manutenção do status quo hoje existente.

Quem respalda esse modelo deve ter vergonha na cara e assumir publicamente a defesa do mesmo, sem subterfúgios ou pseudos fundamentos. Quem ainda tem esperança que algo pode mudar deve apoiar a construção de um novo, em que as Federações e a CBF seriam meros intermediários, e a Primeira Liga dá um grande passo para essa transformação. Como diria Oscar Wilde, "O descontentamento é o primeiro passo na evolução de um homem ou de uma nação." 



quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

A LIGA DA (IN) JUSTIÇA

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Sou da chamada Geração Y, conectada, que chama carrocinha de cachorro quente de food truck e pode ser sintetizada como "gourmetizada". 
No futebol, não é diferente. Era inadmissível que nossos estádios não tivessem o "Padrão FIFA". Com isso, construímos com o habitual superfaturamento brasileiro, arenas para inglês nenhum colocar defeito. E até as lotamos durante a Copa do Mundo, com muitos torcedores de ocasião, preocupados apenas em realizarem uma boa "selfie".
Em relação ao Maracanã, a Concessão foi entregue para um Consórcio capitaneado por uma empresa que realizava negócios suspeitos com o Estado do Rio de Janeiro. 
Desta forma, a mídia e torcedores da sonora dupla da capital fluminense bradavam aos quatro ventos que no mundo atual, o costume e a tradição não tem vez, que ingresso não pode ser barato, afinal, um estádio desses não é para qualquer um.
Para tais dirigentes, a elitização é necessária, pois futebol virou negócio e entretenimento, em que a arrecadação está acima de tudo. Se no resto do mundo não existe isso, por qual razão precisa continuar com os campeonatos regionais aqui no Brasil?
Levando-se em conta tal raciocínio, o Campeonato Carioca deve acabar, pois é deficitário. E o Madureira? E o Bangu? E o América? E o Americano? ... Pela visão dos aclamados dirigentes da dupla Fla Flu, não importam.
Causa espanto, que desde 1985 a FERJ era gerida pelo Caixa D'água, que depois da sua morte foi entregue para Rubens Lopes. E até 2014, era gostoso ganhar roubado e se algum clube que não vestisse vermelho e preto reclamasse de prejuízo decorrente de arbitragem, a imprensa fazia crer que não passava de chororô. Bola em que somente um bandeira cego não enxergaria que entrou e impedimentos escandalosos não marcados eram coisas do futebol. 
No entanto, em 2015 o campeão mudou e de uma hora para outra, o título não prestava. Passaram a gritar pelos quatro ventos que era um campeonato vergonhoso e deveria acabar.
Até aí, faz parte. Esta não foi a primeira vez que o Flamengo boicotou o Campeonato Estadual. Mas, como se não bastasse, junto ao seu pai, se insurgiram e ameaçaram jogar com times reservas, priorizando uma Liga, chamada pela imprensa de "Liga da Justiça."
Fica a pergunta: Justiça para quem? O Flamengo está disposto a discutir com clubes a questão das cotas de TV, que gera um abismo espanholizado? Esses times participaram da reunião que decidiu a fórmula do Campeonato Carioca? Por fim: será que comprarão a briga com a FERJ ou somente farão barulho, que só servirá para desprestigiar ainda mais o Campeonato Carioca?
Resta clarividente, que a FERJ não é um exemplo de gestão e não pode receber mais do que os clubes. Tal fórmula com diversos times também deve ser mudada, tendo os pequenos que jogarem mais vezes durante o ano e somente depois enfrentarem os grandes.
Mas, para isso, precisa de alguém para pagar jogos que não terão lucro. Se os clubes grandes assumissem, se preocupariam com os pequenos?
Não sou especialista em marketing, porém não é difícil perceber que a paixão do brasileiro pelo futebol começa no Estadual, na brincadeira sadia com o torcedor do outro time. No dia em que acabarem com os Estaduais, o futebol deixará de ser a paixão nacional, principalmente se o processo de distanciar financeiramente Corinthians e Flamengo persistir.
Trocando em miúdos, se a dupla Fla-Flu quiser priorizar a tal Liga, que o faça e assuma os riscos. Só não podemos aceitar que os times acusados de serem os responsáveis pela queda da Portuguesa, que já tiveram escândalos com "papeletas amarelas", viradas de mesas e outras artimanhas, tentem colocar nas nossas cabeças que são os "guardiões da moral".
Trata-se de uma história sem mocinho, em que a dupla ao invés de brigar politicamente, boicota o produto do qual são peças fundamentais. Mais uma vez, não precisa entender de marketing para saber que todos saem perdendo. E ao invés de discutirmos o Campeonato, com as possíveis surpresas e os principais candidatos ao título, falamos de um torneio amistoso.
Aceito opinião contrária, principalmente de flamenguistas, pois estão de olho no próprio umbigo. 

PERSONAGEM DA SEMANA

E o personagem da semana é o promotor que foi o responsável pelo caso do rebaixamento da Portuguesa - SP, denunciado pelo Procurador Geral de Justiça de São Paulo, por supostos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.
Segundo informações da Folha de São Paulo, o mesmo é acusado de ter recebido R$ 428.000,00 para favorecer as Casas Bahia em supostos crimes contra o consumidor.
Claro que não se pode julgar e condenar sem fundamento, mas não é estranho o fato da imprensa sensacionalista carioca se posicionar o tempo inteiro pela legalidade da Liga e deixar passar em branco uma notícia dessa?  

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

ALGUMAS NOVIDADES NO MUNDO DAS LOIRAS GELADAS



Rio em evidência!

     Antarctica e Itaipava , líderes em vendas no Rio, iniciam o ano acirrando ainda mais a disputa pelo mercado . Se por um lado a representante da Ambev (47% do volume de vendas) é a patrocinadora do carnaval de rua da cidade, por outro a marca Serrana (com 18% do volume de vendas) ampliou ainda mais seu apoio às quadras das escolas de samba, chegando a 17.  Além disso, ambas contam com latas criadas especialmente para o verão, com temas evidenciando o carnaval e alguns pontos da cidade. Novas estratégias estão prometidas para depois do carnaval, com a Antarctica fazendo menção aos 100 anos do samba e a Itaipava valorizando o estilo de vida do carioca em suas latas.
     Ao que vemos, cada passo de um lado resulta em uma resposta do outro. A disputa aquece o mercado num momento de retração do setor cervejeiro nacional. O Rio, no entanto, segue como ponto forte dessa disputa, já que representa 13% do volume de cerveja vendido no país ( segundo maior mercado perdendo apenas para São Paulo com 27% ) , além de ser a cidade sede das Olimpíadas neste ano, quando novas estratégias de marketing deverão ser apresentadas .


E por falar em carnaval....

     A Amstel ( da Heineken ) será a primeira cerveja a patrocinar o carnaval de rua em São Paulo. Um dos pontos “curiosos” da campanha será a tentativa de fazer com que o paulistano passe o feriado de carnaval na cidade #esseanoficoemsp .
 Amstel e carnaval de São Paulo.... ambos sem graça?


Cara nova

     Quem também está de cara nova é a Budweiser. A marca resolveu fazer uma grande mudança em seu logotipo e a novidade já está disponível para apreciação nas prateleiras brasileiras. Houve ainda, pela primeira vez,  uma padronização mundial de suas embalagens . Antes , algumas variações existiam entre os países.
Trocou a roupa mas o corpinho é o mesmo. Não sou fã !



Pura tecnologia

     O site Mulher , cerveja & Futebol voltou a disponibilizar para vendas um inusitado pen drive com exterior transparente e interior cheinho de cerveja. O produto vem dentro de uma latinha e em duas versões 8gB (R$109) e 4gB (R$79).
 Boa pedida para você beber “sem perder a memória!


Você sabia?

Cenosilicafobia é o medo de um copo de cerveja vazio .
 Cultura de botequim


Inté .







segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Olhando para Frente 04 # 26/01/16

# Vai começar o campeonato mais charmoso do Brasil #



Maracanã cheio, Flamengo de Zico, Vasco de Dinamite, a máquina tricolor e o glorioso Botafogo vêm como francos favoritos ao título carioca. O sangue rubro do Andaraí, o América e o Bangu de Castor de Andrade, prometem atrapalhar o quarteto de ferro. Americano e Goytacaz sempre tiram pontos dos grandes em Campos, sem falar que Volta Redonda e Friburguense também podem atrapalhar. E fechando os doze, Olaria e Madureira em seus alçapões deixam os grandes doidos.
O presidente da Ferj promete boas arbitragens e pouca interferência, afinal o campeonato é dos clubes, a ferj só promove. Troquem as pilhas do seu rádio que o Campeonato Carioca vai começar.
Quem leva a Taça Guanabara? E a Taça Rio?

# A realidade #




Campeonato inchado, times de aluguel, interior fraco, estádios vazios e horários que não animam o público.
Sem contar na imposicão da federação aos seus filiados em jogar em locais que ela determina independente do mando de campo.
Para agravar ainda mais a situação, por causa das Olimpíadas no Rio, não teremos nem Maracanã, nem Engenhão, devendo os clássicos serem jogados em Macaé, Volta Redonda ou São Januário. Triste Campeonato Carioca.


# O que mudar? #


Para a coluna, alguns fatores  podem tornar o Campeonato Carioca mais atrativo.

- Programa de fidelidade aos jogos;

- Diminuição de jogos dos grandes;

- Valorização dos pequenos criando um campeonato que seria uma seletiva para a fase final com os grandes e fazendo com que os times jogassem o ano todo;

- Fase final com oito equipes, 4 grandes e os 4 selecionados na seletiva;

- Horários mais flexíveis e ajustado com o público.


# Provolone Chips #




Fácil de fazer e gostoso de comer, esse na foto acima é o provolone chips. Apenas 20 minutos de forno e com papel manteiga forrando o tabuleiro, ele vai bem com uma cerveja gelada ou então um bom tinto. Gostaram da dica? Vamos fazer?


# Perguntinhas #

- Quem manda no futebol? Os clubes ou as federações?

- Será que Flamengo e Corinthians vão saber aproveitar os jogadores da base?

- Quem leva o Carioca? E o Paulista?

- Panthers ou Broncos?


# Frase da Semana #


O Vasco foi o único carioca que não perdeu amistosos.
Também, não jogou!!!!

sábado, 23 de janeiro de 2016

FRANGO MARÍTIMO


Pra uns coisa de pobre. Pra outros, coisa de quem sabe o que é bom.

A Sardinha, peixe muito comum em nosso litoral, rico em omega 3 - importante anti oxidante - tem um sabor bem peculiar. Servida em conserva, "à portuguesa" (feita na pressao, inteira, com cebola), ou aberta e frita, é um dos petiscos mais apreciados pelos cariocas, e por aqui ganhou o apelido de "frango marítimo". Pra mim, a mais gostosaé a frita, principalmente a da foto,  preparada pelo meu amigo Marcelo, no Bar de Jorge (referencia ao santo) no Engenho do Dentro, charmoso "apendice" do Meier, segundo maior e melhor bairro da zona norte do Rio, perdendo somente pra Tijuca, "a zona sul da zona norte". Perdendo na opiniao geral, pra mim, regiao top.
Fica a dica, vou parar por aqui para continuar minha degustação. Esta chegando à mesa uma caipi de limão...

RECEITA

Enquanto bota sua pilsen preferida p gelar, tempere as sardinhas com sal, alho e limao.  Deixe descansar na geladeira. Tome o primeiro copo. Ao partir p o segundo copo, empane a sardinha na farinha de trigo, em seguida passe no ovo, e no mesmo ritmo na farinha de rosca (pode subistituir qualquer uma das farinhas por fuba. Descanse mais 15min na geladeira. As sardinhas, nao você.  Abra mais uma, e frite em oleo bem quente, virando apenas uma vez. Abra mais uma e deguste essa delícia!

A camisa tão sonhada



Para quem não me conhece, sou filho de jornalista esportivo e quando era criança e adolescente não me desgrudava de meu pai, principalmente em dia de jogo de futebol.
Morávamos em Campos-Rj na década de 80 e Goytacaz e Americano disputavam o campeonato estadual e o brasileirão da série b. Portanto era jogo o ano inteiro, todos os fins de semanas e quartas feiras, e raramente eu deixava de ir.
Na véspera e nas manhãs dos jogos saíamos cedo de casa e íamos ao hotel onde estavam concentrados os jogadores. Podia ser time pequeno ou time grande, estávamos lá cobrindo o pré jogo.
Como todo apaixonado por futebol, adivinha qual era o meu objeto de desejo??? Claro que era a camisa de algum time.
E naquela época era difícil para alguém do interior adquirir uma camisa oficial, pois a venda era limitada as boutiques dos times ou redes da capital.
Tinhamos uma bela coleção de camisas, na época já devíamos ter umas 50 camisas, todas oficiais e jogadas, mas me faltava uma, a do Flamengo, logo o time que eu torcia.
Acessar o hotel que o Flamengo ficava era difícil, pois a sua frente ficava lotada de torcedores e os seguranças não deixavam entrar, até para os jornalistas era complicado, pra mim então, nem se fala, afinal eu era apenas um adolescente carregador de fio.
No início dos anos 90, o Flamengo tem uma sequência de jogos na região, um em Itaperuna e outro em Campos na mesma semana, e o time resolve ficar uns dias concentrado em Campos.
Pensei comigo, dessa vez não passa, vou conseguir minha camisa.
A camisa do Flamengo era da Umbro, com patrocínio da Lubrax e ainda de pano.
E vamos ao hotel, aos treinos, e eu em cima do meu pai,
- Minha camisa, pede pai, não esqueça. Pode ser de qualquer um, até do reserva.
E eu perto do meu pai e não o via pedindo.
E na quarta feira dia do jogo com o Americano, estádio cheio como sempre, e eu ficava na tribuna do estádio e meu pai dentro do campo. Era só ele olhar pra cima eu apontava, minha camisa.
Mas minhas esperanças só diminuiam.
Fim de jogo, é hora das entrevistas, reportagens em vestiário e etc, e eu esperando já com os refletores apagados e o público já fora do estádio e aparece meu pai.
- Vamos embora filho.
- Pai e a camisa?
- Vão bora.

E saímos do estádio e fomos caminhando pra casa passando pela torcida do Flamengo do lado de fora comemorando a vitória e eu preocupado com minha camisa.
- Pai, e a camisa?
- Que camisa?
- Pai eu te pedi a camisa do Flamengo, você não pediu pra mim né.

E fomos caminhando, saindo da confusão do estádio, e chegando numa avenida mais tranquila, eis que meu pai levanta a blusa e de dentro da calça literalmente "ranca" aquele manto rubro negro e joga em minha direção. Era a camisa 9, do Paulo Nunes, que havia feito até um gol no jogo.
Minhas feições mudaram.
Enfim meu troféu, minha coleção estava completa.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Na meiuca # 8 - Pode entrar, a casa é minha.



Maracanã. Jogo do Flamengo. Seja com 10 ou com 50 mil pessoas, o canto de “o Maraca é nosso, há-há-hu-hu”, sempre é entoado nas arquibancadas.

Tão freqüente quanto o canto acima é a zoação dos torcedores rivais ao provocarem os rubro-negros por não terem um estádio próprio.

A verdade é que, tirando o lado passional, o torcedor de qualquer time sabe perfeitamente que o Fla tem sim um estádio, e que ele é o Maracanã.  Ou você é um daqueles “loucos” (no melhor sentido da palavra), que consegue imaginar o Maracanã sem o Flamengo ou mesmo o Flamengo sem o Maracanã?

Pois bem, em meio às notícias veiculadas na imprensa nas últimas semanas, existe uma que dá conta de que a Concessionária Maracanã – formada pela empreiteira Odebrecht, que detém 95% dos ativos, e pela norte-americana AEG, que administra o estádio –, irá devolvê-lo nos próximos meses ao governo do Estado do Rio de Janeiro. E estaria, inclusive, disposta a pagar a multa prevista em contrato. Por outro lado, a administração do governo do Estado demonstra não ter qualquer interesse em retomar o controle do estádio.

 Diante desse imbróglio, eis que surge a maior oportunidade do time da Gávea realizar um de seus maiores sonhos: assumir de uma vez por todas o estádio, que há tempos o clube – leia-se torcedores, time e diretoria –, já considera “seu”.

Então o leitor pode estar se questionando sobre o elevado custo de manutenção do estádio – principal causa de sua devolução. Correto? Pois também pensei o mesmo e procurei analisar os dados divulgados pela Concessionária, referentes aos anos de 2013 e 2014 (os de 2015 ainda não foram publicados), a fim de verificar a viabilidade do estádio ser gerido pelo rubro negro carioca.

No balanço financeiro de 2013, segundo informações da própria Concessionária, houve um prejuízo de R$ 48 milhões, enquanto que no exercício de 2014, o rombo foi ainda maior, R$ 77,2 milhões. A considerar as notícias veiculadas na imprensa sobre a intenção da Concessionária em devolver o estádio, é possível imaginar que 2015 não tenha sido muito diferente dos anos anteriores.

Ainda segundo a Concessionária, o custo anual apenas para manutenção do estádio supera os R$ 10 milhões, mas a despesa chega a ser multiplicada por oito quando se incluem os gastos com serviços de segurança, equipamentos, água, luz e outros, ou seja, algo em torno de R$ 80 milhões/ano. Certamente por isso que o governo do Estado do Rio de Janeiro não cogita recebê-lo de volta.

Agora, ao analisar os números do Flamengo, também dos anos 2013 e 2014, pode-se verificar que houve uma arrecadação de bilheteria de R$ 44 milhões e R$ 40 milhões, respectivamente. Assim, ao levar em consideração que o Fla pode arrecadar ainda mais com naming rights, venda de camarotes e de espaços lounge, venda/parceria nos bares do estádio, montagem de lojas e restaurantes fixos, estacionamento, shows, visitação, publicidade e aluguel para jogos de maior porte dos demais rivais – Vasco, Fluminense e Botafogo –, e tudo isso com a possibilidade de ditar as “regras”, que hoje são definidas pela Concessionária Maracanã, é possível notar que não se trata de blefe, quando a diretoria diz estar preparada para assumir a gestão do estádio.

Apenas para ilustrar, a título de comparação, o Corinthians tenta vender o naming rights do seu estádio em Itaquera por R$ 400 milhões, por 20 anos de contrato, o que daria R$ 20 milhões por ano.  Chegou a negociar com a Hyundai e posteriormente com a Ambev, mas por enquanto nenhum acordo foi fechado.  Se levar em conta a visibilidade do Maracanã – um dos pontos turísticos mais visitados do Rio de Janeiro, e a grandeza do Flamengo – clube de maior torcida do país, difícil imaginar que encontraria dificuldade para uma parceria nos mesmos moldes ou que os valores seriam inferiores aos praticados na arena paulista.

Isso, claro, sem falar na possibilidade de explorar ainda mais e melhor o estádio na captação de novos sócios-torcedores. Algo que já acontece com Inter, Grêmio, Palmeiras e o próprio Corinthians, que utilizaram os seus estádios para dar esse salto em seus programas de associados. Afinal, se 2014 o Fla já arrecadou algo em torno de R$ 30,3 milhões com o seu programa de sócio-torcedor, e em 2015, apesar de não ter os números oficiais, é bem provável que esses valores sejam ainda maiores, graças ao crescimento no número de sócios, a possibilidade de explorar o Maracanã seria uma arma bastante poderosa nas mãos da atual diretoria.

Porém, se o mais pessimista rubro negro insistir que, ainda sim, pode haver prejuízo ao gerir o estádio, faço o convite para uma análise rápida.  Utilizando os mesmo números da Concessionária, o Maracanã custa algo em torno de R$ 6,5 milhões por mês – despesa bruta. O Fla, em 2013 e 2014, arrecadou em bilheteria algo em torno de R$ 3,3 milhões por mês – renda bruta. A diferença representaria um “prejuízo” de aproximadamente R$ 3,2 milhões por mês. Certo? Errado! Leve em consideração os times do Flamengo nesses dois anos e a campanha desses times nos campeonatos que disputaram (exceção para a fase final da Copa do Brasil de 2013); leve em consideração que o Flamengo não recebe por publicidade no estádio e não pode explorá-lo como fazem os clubes que possuem um; leve em consideração que a concessionária fica com a maior fatia do bolo; e, por fim, leve em consideração que o Fla, em jogo com mais de 50 mil pagantes, costuma atingir mais de R$ 2 milhões de bilheteria.

Em suma, na pior das hipóteses o Maraca custaria o salário de uma ou duas grandes estrelas. Razoável? Bom investimento? Ótimo negócio? Sinceramente, não sei se o lado torcedor está influenciando, mas seja qual for o ponto de vista, sempre fico com a última opção.  Vou além, arrisco dizer que o Flamengo teria ainda mais retorno em publicidade e maior visibilidade internacional caso essa empreitada se confirmasse. 


Enfim, o sonho de todo flamenguista começa a ganhar contornos de realidade. Você acredita ou é daqueles popularmente conhecidos como “o pior cego”?

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

O individualismo presente no futebol

                             
Conforme já exposto em artigo anterior vivemos uma era em que o individualismo está superando o jogo coletivo do futebol, e não há uma reflexão necessária sobre o tema. Thomas Hobbes, filósofo e pensador político do século XVII, já alertava para a natureza egoísta e individualista do Homem.

No futebol moderno, desde as categorias de bases, observamos que os jogadores se escudam em conselheiros/empresários que só fazem alimentar esse problema, pois em regra os conselhos sempre almejam o destaque individual do atleta, em detrimento do jogo de equipe. Isso faz com que os treinadores acabem tendo um trabalho dobrado para educar o jogador a respeitar as instruções coletivamente traçadas.

Essa cultura individualista também se propaga no futebol profissional, onde as premiações, e consequente evidência midiática bem como valorização econômica, estão cada vez mais atreladas aos gols e assistências. O que tem feito com que os meias e atacantes, de uma forma geral, ganhem mais que o restante dos jogadores, desvalorizando o futebol como jogo coletivo.

O problema se torna maior quando se percebe que o jogador força uma jogada individual quando a melhor opção era um passe, mas essas conclusões nem sempre são matemáticas pois um gol posterior já fará esquecer o individualismo da jogada anterior.

Não há fórmula mágica, mas é evidente que nenhum time ganha com um só jogador, aliás a máxima de que "a união faz a força" já é antiga e deveria ser cada vez mais difundida. Por sinal, o atual Campeão Brasileiro, Corinthians, talvez seja um bom exemplo positivo a esse respeito, uma vez que mesmo perdendo diversos jogadores no decorrer do campeonato, conseguiu manter a regularidade pela força coletiva do futebol jogado.

Miracema e "O Personagem da Semana"

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Miracema – "A Cidade da Cultura”  

O ano que começa será de eleições municipais. Mesmo ainda longe do início das campanhas políticas oficiais, já temos ao menos três interessados em concorrerem ao cargo de Prefeito da nossa amada Miracema.
Escrevo com a tranquilidade de quem ainda não escolheu seu candidato e nem tem interesse pessoal no pleito, exceto o bem da “Princesinha do Noroeste Fluminense”.
Apenas espero que as pessoas se respeitem, não votem em decorrência de empregos prometidos para algum familiar ou por “favor” já prestado a alguém próximo.
Durante minha vida inteira escutei que Miracema era uma cidade bem localizada, que se encontrava em um local estratégico e perto dos grandes centros do País. Por isso, deveria atrair indústrias, o que geraria empregos.
Infelizmente, tal premissa não é verdadeira e as grandes cidades se encontram a alguns quilômetros de distância, razão pela qual, deve tentar atrair indústrias. Mas, na minha modesta opinião, não deve ser o único foco de um administrador.
Uma cidade para crescer e se desenvolver, precisa descobrir sua vocação. Não temos belezas naturais e a agricultura moderna é de difícil implantação no interior.
Miracema possui uma inegável vocação para a cultura, sendo seu turismo festeiro reconhecido em todo o Estado do Rio de Janeiro. E até em outros Estados.
Desta forma, sem prejuízos de todos os avanços conquistados e que ainda estão por vir, independente do Prefeito eleito, queria que pensasse em algo diferente.
Como exemplo próximo, existe Conservatória, uma pequena cidade que se notabilizou no cenário nacional como a “Cidade da Seresta”, o que atrai milhares de turistas durante todo o ano, com movimentação da economia local.
Por qual razão não se investe neste aspecto em nossa querida cidade? Isso geraria empregos diretos, indiretos, novos hotéis, bares, restaurantes e deixaria o hospitaleiro povo ainda mais alegre.
Segue uma sugestão rápida de um evento mensal, que em conjunto poderiam enriquecer nosso Município, com públicos diferentes:
- Janeiro – Réveillon;
- Fevereiro – Carnaval e “o Carnaval da Melhor Idade”;
- Março – Festa do “Boi Pintadinho e Mineiro Pau”
- Abril – Festa da Cachaça e da Linguiça;
- Maio – Exposição Agropecuária e Industrial;
- Junho – Festa de Santo Antônio;
- Julho – Festa Country de Miracema;
- Agosto - Festival de Chorinho e Gastronomia de Venda das Flores;
- Setembro – Encontro dos Motociclistas e Mirafantasy;
- Outubro – Super Encontro da Melhor Idade;
- Novembro – Festival de Funk; Festival de Moda de Viola;
- Dezembro – Festival de Forró;
Paralelamente, os representantes do Município investiriam em Escolas de Música e eventos esportivos, com incentivos a músicos locais nos eventos.
Com isso, a cidade que já teve a melhor vida noturna da região, recuperaria seu prestígio e toda população ganharia. Ressalto que este é apenas meu modo de pensar, sendo tal espaço aberto ao debate, desde que sem proselitismo político.

Personagem da Semana

E o personagem da semana é o polêmico dirigente do charuto, que se encontra doente e realizou uma cirurgia na presente data. Mesmo sendo merecedor de críticas ao rebaixar o Vasco em 2015, após assumir o bagunçado clube do Dinamite, o registro da semana é positivo.

Ao menos uma promessa começa a se concretizar. Em respeito a história do Campeão do Mundo de 1999; Campeão Sulamericano nos anos de 1998 e 1999; Campeão Brasileiro de 2000 e 2001 e tantos outros títulos, o temido time de Basquete da Colina está de volta, para acabar com a supremacia do Flamengo. No ano da olimpíadas no Brasil, o time que jogou de igual para igual contra o San Antonio Spurs, está de volta. Tremei, mulambada!


A Lagoa de Gargaú e o polêmico Chope de Vinho.

Dica do mês

     Em tempos de crise econômica , aproveitar o verão pode ser um desafio. Isso porque além da crise, o início do ano é ainda hora de arcar com as despesas extras típicas desse período, como material escolar, IPVA, imposto de renda... Pensando nisso, a coluna preparou uma grata opção de entretenimento no norte do nosso estado do Rio e o melhor, a um preço bem interessante. Trata-se da lagoa de Gargaú, localizada na pequena São Francisco do Itabapoana. O local é emoldurado pelas imponentes hélices da usina de energia eólica instalada no local, que por si sós , já valem a visita. A lagoa se caracteriza por um ambiente familiar e aconchegante. É nela que se encontra a galera dos esportes náuticos como jet ski, stand up paddle, Wind surf, kite surf , canoagem entre outros. Pra quem se interessar, é possível fazer uma aulinha inicial com os diversos instrutores presentes no local. A culinária, claro, é baseada no pescado . Uma bela moqueca para 3 pessoas sai pela bagatela de 50,00.  A cerveja? Bem, é sempre geladíssima! Vale  a pena conferir.












Chope de vinho?

     Uma bebida relativamente nova vem causando discussões calorosas a respeito de sua identidade ( ou a falta dela) . Chamada de “chope de vinho”, a mesma pode variar desde ao vinho tinto puro ou a uma mistura de chope e vinho, servido a uma temperatura entre 0 e 4°C e sob pressão, dando um aspecto de chope , porém com paladar/aroma característicos do fermentado de uvas. Os amantes das duas bebidas torcem o nariz para a combinação , afinal, acaba não sendo nem uma coisa e nem outra. No entanto , como diria Alcuíno  “ a voz do povo é a voz de Deus” , verdade é que a bebida ganha rapidamente seus apreciadores e expande suas vendas principalmente ao agradar o público feminino como uma opção bem palatável, visualmente interessante e que também oferece o seu frescor.



Por outro lado...

   
     Outra bebida que pode confundir os menos informados é o chamado “vinho de cevada”. Tal bebida, porém, nada tem a ver com o polêmico chope de vinho . Tecnicamente, são cervejas tipo Ale que por sua diferente modalidade de fermentação possuem teor alcoólico acima de 8% , coloração violácea e sabor caracterizado  por ser mais doce, com notas de caramelo e toffee sobre um fundo frutado. São vistas como o ponto máximo da produção de uma cervejaria e também como teste de habilidade para o cervejeiro. Fazem boa combinação com queijos  e carnes.




E você, vai de chope de vinho ou de vinho de cevada? 

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Olhando para Frente - 03 # 19/01/2016

# Quem é esse cara ? #


A coluna endoidou? Que foto é essa? O que esse cara tá fazendo aí?
Esse da foto é Simón Bolívar. Vocês devem estar perguntando de novo. Mas o que esse cara tem a ver com a coluna? Vai dar aula de História agora? 


# O Libertador da América #


Nascido em 1783, em Caracas, Venezuela, Simón Bolívar foi peça chave para a libertação da América do domínio Espanhol, participou da fundação das primeiras nações independentes das Américas. Foi presidente da Venezuela, Grã Colômbia (Colômbia, Equador, Panamá e Venezuela), Bolívia e Peru.
Ganhou a alcunha de o Libertador e o Integrador da América.
O grande guerreiro da América faleceu em 1830 e conseguiu como legado uma América Independente e Democrática.


# Copa Libertadores da América #


E homenageando Simón Bolivar, vem aí a partir de 02 de fevereiro a principal competição do continente americano. A Copa Libertadores da América.


# Ceviche #


Prato típico Peruano baseado em peixe cru marinado no limão o Ceviche é uma boa pedida para os dias quentes do verão, é um prato leve e refrescante e vai muito bem com nossa tradiconal cerveja pilsen. Uma dica, use peixes brancos e use pouca gordura na receita e dê um toque picante em seu sabor. Ahhhh e outra coisa, cebola roxa é essencial. 
Já botou sua pilsen pra gelar e acompanhar o ceviche?


# Causos do Futebol #


Azulão e  Rosa Negra, dois times dos mais tradicionais do interior iriam decidir o campeonato regional daquele ano. E para dar seriedade a final do campeonato, resolveram trazer um juiz da capital. Mas um dirigente exxxxperto descobre que o árbitro da final estudava educação física na mesma faculdade que seu filho que morava na cidade grande. Rapidamente o dirigente exxxperto contacta o filho que é amigo do juiz. Tudo certo, o jovem árbitro federado aceita o presentinho do dirigente do Azulão, um telefone, coisa rara e cara na época. Feito o trabalho, Azulão campeão é hora de pagar o serviço. O dirigente já com o endereço do árbitro despacha o mimo. Na semana seguinte o jovem árbitro entra furioso na sala de aula atrás de seu colega do interior. 
 - O jeca disgramado, seu pai me mandou o telefone, mas esqueceu de ligar a linha. O que eu faço?
- Ué, lá no interior, trato é trato, você pediu um telefone e papai mandou, agora a linha, você entra na fila, porque demoooora e junta dinheiro, porque é bem cara.


# Perguntinhas #


- Framengo ou Flamengo ?

- Quem leva a copinha ?

- Tem muito mimimi no futebol ?

- A globo dessa vez perde o monopólio do futebol?


# Compra de resultados #


Agora o escândalo é no tênis, denúncias e acusações de entrega em jogos apostados. O esporte passa por uma crise de ética sem fim. Djokovic conta que recebeu uma proposta de €$200.000,00 para entregar um jogo em São Petesburgo numa primeira rodada de um torneio da ATP, isso iria render milhões a algum apostador pelo mundo. Aí vem a pergunta, é mais fácil haver manipulação de resultados em esportes individuais do que nos coletivos?

# Finalizando #


Será que os times brasileiros estão aprendendo finalmente a fazer uma pré temporada?


domingo, 17 de janeiro de 2016

Cerveja e Cia - 17-01-16

CerVeja a Dica 01

Cave com os barris para envelhecimento das cervejas da marca

A cervejaria Bohemia se tornou uma das principais atrações turísticas de Petrópolis com o sensacional tour pela antiga fábrica da marca.
Agora em 2016 tem duas novidades que provavelmente me fará visitá-la novamente.
Uma cave com 60 barris para envelhecimento das cervejas da marca e a ampliação do bar da fábrica que agora abriga produtos da cidade que não são da Ambev.
Quem ainda não fez essa visita, se programe que vale a pena.
Mais informações no site www.bohemia.com.br.  Compre os ingressos antecipadamente pois se a cidade estiver cheia terá uma longa fila de espera.

CerVeja a Dica 01

Imagem da internet

Ainda na fábrica da Bohemia, quem quiser uma refeição mais completa tem a ótima opção do restaurante no último andar do local.
Vista para a cidade e comida ótima no sistema a la carte.  Nos finais de semana as mesas são concorridas, então vá sem pressa e aproveite.
O passeio poderia ser feito no bate e volta pra quem mora no Grande Rio, mas não aconselho, já que a cerveja é a atração principal.


Tira-Gosto da Semana: Batatas Rústicas

Cozinhe um pouco as batatas inglesas, para que perca um pouco a dureza dela crua mas não amoleça muito.  Tem que ficar bem firme.  Corte em tiras triangulares como na figura abaixo.  Tente cortar com tamanhos parecidos.  Forre um tabuleiro com papel alumínio e tempere as batatas com azeite,sal, pimenta do reino, queijo parmesão e se tiver, raspas de limão siciliano.


Leve ao forno por cerca de 50 min e sirva com molho a base de maionese. Ideal para acompanhar uma cerveja gelada.




Twittadas da Semana: Wendell Lira




Bola Oval

Ganhando novos fãs no Brasil a cada ano, o Futebol Americano estuda desembarcar por aqui em 2017.  A NFL cogita a possibilidade de fazer o Pro Bowl, jogo com os melhores jogadores da temporada, no Rio de Janeiro, mais precisamente no Maracanã.  O Brasil já é o segundo maior mercado da franquia fora dos Estados Unidos, atrás somente do México.

Pai Ociruê - O retorno

 Para o desespero dos que queriam o sepultamento do nosso guru, ele se recuperou e está pronto para mais um ano de 100% de acerto nas vidências.  Os médicos concluíram que as complicações de saúde do Nostradamus do Esporte deveu-se a alimentação a base de urubu durante todo o ano de 2015.  Esse ano ele prometeu comer a ave somente no início do ano, depois somente carne de segunda.

sábado, 16 de janeiro de 2016

Voltando de férias


# Prêmio Fifa 2015 #





Essa semana foi realizada a premiação dos destaques do ano pela Fifa. De forma justa, Lionel Messi foi eleito pela quinta vez, o melhor jogador do mundo.

Falando em justiça, discordo apenas na escolha de Lukas Modric, como um dos integrantes de meio campo. Tecnicamente o considero acima da média, mas sofreu com contusões reincidentes, ao longo de toda temporada. Para piorar, Xabi Alonso nessa temporada, esbanjou técnica e categoria pelo Bayern de Munique.

Desculpem o trocadilho, mas quem deve estar zangado com a premiação é Dunga, técnico da seleção brasileira. Aposto que não concordou com a escolha de Thiago Silva, zagueiro do PSG-Fra, pela segunda vez consecutiva como um dos dois melhores zagueiros da atualidade.

De acordo com o nosso glorioso Tostão, “no Brasil temos dois craques, Neymar e T. Silva...” e mais “se ele sofre de algum problema psicológico, não sou especialista para avaliar. Contrate o melhor profissional e trate, por que é muito mais fácil cuidar da cabeça de um craque, do que ensinar esses “cabeças de bagre” a jogar bola...”

Neymar maníacos, já presenciaram alguma “pedalada” de Messi?  


# Mercado da bola #


Vasco




Nada de interessante até o momento, apenas as permanências de Nenê e Luan. Reforçou a lateral com a contratação de Pikachu (ex Paysandu) e o meio campo com Marcelo Mattos (ex Vitória), detalhe, reserva em quase toda temporada. Além de algumas perdas como a de Rafael Silva para o Cruzeiro.

Acho pouco, não?


Botafogo



Parece que a tática é apostar todas as fichas no mercado sul americano. Mas até o momento, nenhum nome de expressão.

Falando em nomes, alguém se lembra de algum? Mas não desanimem caros alvinegros, nomes como de Loco Abreu já assombram os corredores de General Severiano.

Ainda me perde o que seria seu melhor reforço para temporada, Henrique Almeida. O atacante foi vice artilheiro do Brasileirão 2015, pelo Curitiba.

Fogão, esse ano é Série A, esqueceu?


Flamengo




Começou o ano com a contratação do supercampeão Muricy Ramalho. O técnico chega trazendo esperança de conquistas para os torcedores.

Fechou também com Alex Muralha (ex Figueirense) para o gol, além de Rodnei (ex Ponte Preta) e Chiquinho (ex Santos) para as laterais. Repatriou Juan (ex Internacional) para comandar a zaga e ainda contratou o badalado Mancuello (ex Independente-Arg). O meia argentino vem com todo status de craque.

Como o título ilustra bem o meu momento, em uma de minhas viagens pelo litoral capixaba, conheci Enzo Lizzotto, argentino e coincidentemente torcedor do Independente. Em uma conversa muito extrovertida, Enzo perguntou “conhece craque?”, insiste “conhece mesmo?”. Respondo que apenas tinha visto atuar em poucas partidas, e gostei do que vi. “Craque está com tornozelo ruim à um bom tempo, gosta muito de noite e mais ainda de álcool...”  

Será o novo Zico? Pintado de Maradona?


Fluminense




Acredito que o tricolor carioca, foi o clube do rio que melhor aproveitou o mercado até o momento. Com as transações milionárias de Gerson e Robert para Europa, conseguiu fazer caixa e contratar peças fundamentais para suprir suas antigas deficiências.

Contratou Henrique (ex Napoli-Ita) e Renato Chaves (ex Ponte Preta) para a tão questionada zaga. Já havia adquirido Jonathan (ex Inter de Milão-Ita) para a lateral direita. Reforçou também o meio campo com a contratação do experiente Diego Souza (ex Sport) e ainda apostou na revelação da Série B, Richarlison (ex América Mineiro). Pelo “andar da carruagem”, está bem próximo de anunciar a volta de Wellington Nem e reeditar a dupla de ataque campeã do Brasileirão de 2012.

Seria um bom sinal?  


# Vendas para o exterior #




Pelo que venho acompanhando, parece que os chineses estão fazendo um estrago nos clubes brasileiros, Corinthians que o diga, perdeu meio time e pode perder mais. Os chineses chegaram ferozes, cheios de apetites e com pouca conversa. Não se espantem com mais transações milionárias.

Mas pelo que apurei, todos ganharam com essas negociações, menos os clubes. É isso mesmo?

Podem acreditar, o Fluminense faturou muito mais com as vendas de suas promessas para Europa, do que o Corinthians, com a perda de suas estrelas.

Será melhor negociar com a Europa, do que com a China? O problema seria de ordem contratual?
Ou será esse multiface lamento do passe dos jogadores no Brasil? 

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

O Futebol está cada vez mais idiota


                          

O leitor pode estranhar de início o título, mas esclareço que emprego o termo idiota em seu conceito originário, cuja palavra advém do grego "idiotes", que se referia ao homem privado, o qual não tomava partido das questões afetas à sociedade e do coletivo, ou seja, aquele que se apresentava egoísta ou individualista.

O individualismo em confronto com o coletivo é um tema recorrente desde os primórdios da vida em sociedade. No futebol esse debate já esteve mais presente. Todavia, hoje em dia, a mídia, os jornalistas e até os torcedores optaram por enaltecer muito mais o valor dos jogadores individualmente em detrimento do propalado jogo coletivo, que é o futebol.

O filme "Um Domingo qualquer", que retrata os bastidores de um time de futebol americano (o qual também tem como referência o jogo coletivo), deixa claro o confronto entre os "craques do time" e o restante da equipe, que só voltou a ter um bom desempenho após a união dos jogadores.

No futebol esse princípio do jogo coletivo deveria ser cada vez mais exaltado, onde a melhor zaga, o melhor meio de campo ou o melhor ataque deveriam ser eleitos coletivamente. Ou então mantendo a premiação individual, mas incluindo outras coletivas divulgadas com a mesma pompa. Isso sem falar que, de um modo geral, as posições mais evidenciadas e enaltecidas são os atacantes, que acabam reproduzindo em gol o jogo coletivo da equipe.

Enfim, para resgatar cada vez mais esse jogo coletivo precisamos valorizar, da mesma forma, a equipe e não apenas os valores individuais.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Futebol e Outras Coisas


A COLUNA

Como se sabe, este blog foi criado em decorrência de um grupo de whatsapp, para exposição de algo que discutimos internamente. Para harmonizar as publicações, colunas foram criadas e fui designado para escrever todas as quartas-feiras.
Hoje em dia ficou fácil e ao mesmo tempo difícil escrever em um blog. Fácil em decorrência do alcance e acesso das pessoas às redes sociais. Difícil justamente pelo alcance e fúria de algumas pessoas, que não suportam opiniões diferentes, tentam impor comportamentos e padronizarem o pensamento.
Desta forma, a finalidade desta coluna é apresentar uma visão e falar sobre acontecimentos que marcaram a semana. Por isso, o “Personagem da Semana” estará sempre presente, mesmo sem a pretensão de se aproximar do brilhante Nelson Rodrigues, que tinha uma coluna com o mesmo nome, mas possuía uma visão própria e genial acerca de determinado acontecimento futebolístico.

O PERSONAGEM DA SEMANA

 No dia 11/01/2016, a FIFA premiou os melhores do mundo do futebol no ano de 2015, com destaque para Lionel Messi mais uma vez eleito com todos os méritos o melhor jogador do mundo. Porém, não será o personagem da semana, pois a cerimônia somente formalizou o que todos já sabiam.
No entanto, Wendell Lira foi eleito por votação popular como o autor do gol mais bonito. Talvez não tenha sido merecido pela plasticidade ou grau de dificuldade, mas ganhou a simpatia do público, principalmente por ser o “penetra” da festa.
A história de um menino que era uma promessa das categorias de base do Goiás, sofreu com lesões, passou por diversas equipes, fez o gol mais bonito de 2015 pelo Goianésia e estava sem clube até acertar com o Vila Nova – GO, certamente poderia ser o personagem da semana. Já imaginaram quantos jogadores abandonaram a carreira e o sonho, por não conseguirem jogar em um grande clube?
Contudo, o personagem da semana é um jogador que passou por diversos times de futebol, sofreu com uma tuberculose tardiamente detectada no Dynamo de Moscovo e não era penetra na festa, pois já a frequenta durante muito tempo.
O personagem da semana é Thiago Silva, eleito por capitães e treinadores de seleções como um dos dois melhores zagueiros do mundo, durante três anos consecutivos. Seria mais uma história alegre de nosso futebol?
A resposta é não. Somos brasileiros e encaramos o futebol com uma importância e soberba enormes, que nos impede de agirmos com a razão. Por jogar uma Copa do Mundo no Brasil, em hipótese nenhuma seria admissível que nossa seleção não fosse uma das favoritas.
Já vi relatos na Copa de 1974, em que um jornalista pergunta a Zagallo o que aconteceria se o Brasil perdesse para a Holanda. A resposta foi que isso não era admissível, mesmo sendo uma partida contra a equipe que jogava o melhor futebol na época. A mesma pergunta foi feita para o técnico holandês e ele respondeu que a vida continuaria, já que seria apenas um jogo de futebol.
Quem não conhece a história do Barbosa, considerado por muitos o melhor goleiro brasileiro de todos os tempos? Em decorrência de um gol que em minha opinião nem foi resultante de uma falha individual do arqueiro, o mundo desabou na sua cabeça, a ponto de certa vez declarar: “No Brasil, a pena máxima (de prisão) é de 30 anos, mas pago há 40 por um crime que não cometi”.
Inclusive, o “Professor Parreira” ainda humilhou o goleiro que foi campeão Sul-Americano com a seleção brasileira em 1949, da Libertadores com o Vasco em 1948 e seis vezes campeão carioca pelo “Expresso da Vitória”, ao não permitir a sua entrada na concentração da seleção antes de uma partida decisiva pelas eliminatórias da Copa de 1994.
Agora, o “Professor Dunga” insiste em não convocar o melhor zagueiro do Brasil e talvez do mundo. Assim como na Copa de 1950, ocorreu um “oba-oba” imenso na última Copa. Na véspera do jogo decisivo do primeiro “Maracanazzo”, todos os jogadores participaram de uma solenidade com políticos da época e a imprensa já tratava a seleção brasileira como campeã do mundo, sem se atentar ao fato de que jogaria contra a forte seleção uruguaia. Hoje, enxergamos que a seleção alemã estava muito melhor na parte física, emocional e técnica em 2014.
Entretanto, nosso treinador na época entendia que não precisava estudar a equipe adversária e nem poderíamos jogar recuados, como fez a seleção argentina (quase venceu a Copa, mesmo com um time inferior tecnicamente). Lembro-me de um jornalista apontar a seleção brasileira como grande favorita ao título.
Em nenhum momento se admitiu que a equipe estava em formação, com jogadores jovens e que perder para a Alemanha não seria nenhum fracasso. Entendo que os principais responsáveis pela derrota da seleção foram jogadores que pela idade poderiam ser a referência da equipe, como Ronaldinho Gaúcho e Adriano, mas que preferiram se dedicar a algo diferente de futebol.
Todas as fichas estavam em Neymar, um jogador ainda em formação. A faixa de capitão foi entregue a Thiago Silva, que da mesma forma dos demais jogadores, não estava preparado para uma pressão daquela. A seleção brasileira treinava pouco e o ufanista Parreira voltava a dizer que a equipe era a favorita para o título.
Mesmo sem jogar no fatídico 7 x 1, Thiago Silva continua carregando a sombra de um dos principais responsáveis pelo “Maracanaço 2”. Até concordo que o jogador não pode ser capitão, pois nem todo mundo nasce com aptidão para liderança.
Isso não quer dizer que não mereça a titularidade, pois se seleção é o momento, ninguém melhor para a posição. Dunga, o mesmo treinador que em 2010 treinou uma seleção nervosa, que parecia levar jogadores então alegres como o Robinho para uma guerra (quem não se lembra do semblante dele no jogo contra a Holanda), e nem de longe representava o típico futebol brasileiro, quer transformar o melhor zagueiro do mundo no novo Barbosa.

“CHICO – UM ARTISTA BRASILEIRO”

 Vale a pena assistir ao filme “Chico, um Artista Brasileiro”, principalmente para aqueles que se acham no direito de agredirem pessoas que pensam de modo diferente, principalmente no quesito política.
Podem ficar tranquilos. O filme não aborda o momento atual do País e nem chega a ser um resumo de sua carreira artística, já que em duas horas não seria possível. Serve apenas para se conhecer melhor um gênio da Música Popular Brasileira.