A (in)sensatez da história feminina
“Mulher: você é intérprete da vida que não tem fim,
porque sustentada pelo amor!
Proclame a alegria de viver;
cante e comunique a esperança.
Renove em você a chance de poder crescer.”
Bárbara P. Bucker
O mês de março tem grande correlação com o sexo feminino, tendo em vista as comemorações referentes ao dia internacional da mulher (08 de março). Nesse pormenor, interessante registrar que a criação da data surgiu em razão da necessidade da sociedade refletir sobre o verdadeiro papel feminino. Isso porque, por muito tempo a posição social da mulher era extremamente secundária e submissa, diante de uma construção machista de dominação.
É bom lembrar, e não varrer para debaixo do tapete, que muitas delas já foram confundidas com bruxas e queimadas nas fogueiras da Inquisição; o pecado capital lhes foi imputado sem comprovação científica e direito de defesa; também lhes foram negados, por muito tempo, o direito de opinião, voto, participação política, entre outros; da mesma forma, o exercício das atividades do lar tornou-se arbitrariamente uma função precípua e exclusiva feminina; soma-se ao exposto, e resumidamente, foram estigmatizadas como sexo frágil.
Enfim, no mês das mulheres devemos colocar uma luz sobre o tema, buscando demonstrar a verdade prevalente, objetivando assim superar com atitudes os equívocos do passado. Honesto asseverar, de outro giro, que atualmente a grande maioria dos erros foram superados. Isso não quer dizer que devam ser esquecidos, e sim lembrados como exemplos a não serem seguidos, bem como redimidos.
Vale a constatação, no mesmo sentido, de que hoje elas comandam grandes empresas, são empresárias de sucesso, lideram politicamente (como exemplo temos uma mulher na Presidência da República, sem falar em Ministras, Governadoras, Senadoras, Deputadas, Prefeitas e Vereadoras) e ocupam diversas outras posições de destaque.
Infelizmente, esse reconhecimento não veio espontaneamente, mas com muita luta (vários movimentos foram criados na defesa desses direitos, destaca-se a queima de sutiãs no Miss Universo ocorrido nos EUA), o que, por outro lado, demonstra poder de convencimento e conquistas. Contudo, como a história demonstra, essa batalha não foi em vão.
Talvez, por tudo isso, que a natureza, contemplando a beleza, a sobriedade, a perspicácia e a sensibilidade feminina impingiu-lhe a benção de seu ventre ser a semente irrigadora da prosperidade e do futuro da humanidade. “Mulher: você é intérprete da vida que não tem fim, porque sustentada pelo amor! Proclame a alegria de viver; cante e comunique a esperança. Renove em você a chance de poder crescer.” Bárbara P. Bucker.

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